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03/08/2017: Ventos que sentem

 
Venham ventos, corram
assoviem, sibilem, cantem,
tragam as dores dos que choram
assoprem que outros mentem.
 
Venham, façam dançar as árvores,
as folhas, as flores, todas as plantas
ventos soprem às manhãs e às tardes
sei que viajam contigo teus penates
 
Digam tudo, revelem, limpem, ventos,
os unguentos do mal, as mentiras do mau,
eu e meu povo o desejamos, são nossos alentos
 
Varram a farsa, os radicais, todos os insinceros
Os delírios que opõem nossos povos fortes
Criem o novo mundo, ventos que ouço, vejo, sinto-o nos meus poros.
 
Amadeu Roberto Garrido de Paula, é Advogado e sócio do Escritório Garrido de Paula Advogados.